Super Smartphone com Android chega ao Brasil
O X10 tem tela sensível ao toque de 4 polegadas com resolução de 480 x 854 pixels, câmera de 8.1 megapixels com reconhecimento de faces, 3G, Wi-Fi,GPS, Bluetooth e um cartão microSD de 8 GB, movidos a um processador Qualcomm Snapdragon de 1 GHz. A versão utilizada do Android é a 1.6 (Donut), e a tela é maior que a do Motorola Milestone, de 3,7 polegadas.
Entre as principais mudanças na interface estão dois aplicativos: o TimeScape, que unifica comunicações em um local (SMS, e-mails, Twitter, Facebook, fotos) e o MediaScape, uma central multimídia com vídeos, fotos e música do próprio telefone, do YouTube, além do Android Market, loja de aplicativos do Google.
O smartphone começa a ser vendido esta semana no mercado brasileiro com exclusividade da operadora Vivo. Em um plano pós-pago de 100 minutos com 50 mb de dados, será oferecido pelo preço sugerido de R$ 999 e mensalidade de R$ 114. Em um plano pré-pago, o X10 será vendido por R$ 1.899. Segundo a Sony Ericsson, outros dois aparelhos com Android serão lançados em junho, o X10 mini e o X10 mini pro.
Fonte: Terra
Governo quer criar nova empresa estatal para ampliar a banda larga no Brasil
A solução para fazer deslanchar o Programa Nacional de Banda Larga, em estudo no governo, pode passar pela adoção de um modelo híbrido, pelo qual seria criada uma estatal para atuar só no “atacado” do setor de telecomunicações, transmitindo dados. A oferta de serviços de internet ao usuário final, por sua vez, ficaria a cargo do setor privado, especialmente as empresas de telefonia.
A decisão ainda não foi tomada, mas segundo fontes do governo, essa composição garantiria o início da implantação do projeto em 2010, antes do fim do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Na próxima semana, os técnicos do governo que estão trabalhando na elaboração do projeto apresentarão os estudos numa reunião do comitê gestor do programa, que envolve vários ministérios, entre eles Casa Civil, Comunicações e Planejamento. A ideia é concluir a proposta até o dia 10 de novembro, quando será apresentada ao presidente Lula, que tomará a decisão final.
A estatal de transmissão seria constituída com as redes ópticas de empresas do governo, como a Petrobras e a Eletrobrás, além da Eletronet – empresa falida que tem a Eletrobrás como acionista -, que somam cerca de 30 mil quilômetros de cabos em todo o País.
Numa analogia com o setor elétrico, esta empresa seria uma espécie de “linhão” de transmissão, enquanto a distribuição do produto aos clientes seria feita pelas operadoras privadas. O objetivo principal do programa é baixar os preços dos serviços e massificar a banda larga, hoje restrita a 18 milhões de assinantes em todo o País.
Nesse sentido, a infraestrutura estatal funcionaria como uma rede neutra, para vender capacidade de transmissão de dados a qualquer empresa que quisesse atuar na ponta oferecendo os serviços de banda larga.
— Essa infraestrutura seria usada pelo governo para estimular a competição, e não para competir — avaliou um técnico.
A ideia de um modelo híbrido não inviabilizaria a possibilidade de a Telebrás ser a gestora da estatal de transmissão. Mas ainda não está claro no grupo de estudos se este é o melhor caminho ou se seria mais indicado criar uma empresa nova para gerenciar essa infraestrutura, caso a opção a ser adotada pelo governo seja a de utilização das fibras ópticas.
O debate sobre o assunto começou de forma polarizada dentro do governo entre uma proposta mais estatizante, apresentada pelo secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, e outra pró-empresas, defendida pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa. As discussões agora, segundo um dos integrantes do grupo, estão caminhado para o “bom senso”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Zero Hora

