Robôs pensantes

novembro 28, 2008 por Airton Farias · Deixe um Comentário
Categoria: Pesquisas 

Um robô desenvolvido por alunos do MIT rega plantas quando o solo precisa

Um robô desenvolvido por alunos do MIT rega plantas quando o solo precisa

Em meio a uma pilha de entulhos havia um lindo robô clássico azul-acinzentado de 60 centímetros – braços de chave de encanador, pernas de esteira, orelhas de parafusos, sorriso de buraco para moeda. Fabuloso! O que ele faz? “Isso?” Roy disse distraidamente. “Ah, é só um brinquedo!”

De volta a seu escritório, Roy descreveu um dos projetos mais promissores da equipe, uma linha de “helicópteros inteligentes” que poderia ser usada para prestar auxílio a locais de desastre ou zonas de guerra. Os robôs aéreos são desenvolvidos para operar autonomamente, ele explicou, e transitarem em ambientes urbanos conturbados, voar entre edifícios e mostrar o que há dentro deles. “Quer ver como eles são?” perguntou e correu para outra sala.

Um pouco depois, ele retornou com algo engraçadinho que balançava na palma de sua mão. Era basicamente um pequeno cubo preso a uma cruz, equipado com uma série de pequenas hélices de plástico, algumas luzes e fios, quatro bóias laranjas de plástico que poderiam facilmente ter sido obtidas de um brinquedo de banheira, e um leme que parecia um palito de picolé. Então é esse o modelo do helicóptero robô? “Não, é o próprio,” Roy disse. “Este é o robô.” Esse era apenas um dos diversos protótipos em desenvolvimento, ele acrescentou, que o laboratório e colaboradores ao redor do mundo construíram a partir de peças produzidas em série.

Leia Mais

Caça aos caloteiros via Facebook

novembro 27, 2008 por Airton Farias · 1 Comentário
Categoria: Software 

Um dono de restaurante na Austrália que levou um calote de cinco jovens fregueses usou o site de redes sociais Facebook para localizá-los, e agora eles aprenderam a não cuspir no prato em que comeram.

Peter Leary, dono do restaurante Seagrass, uma casa de frutos do mar em Southbank em Melbourne, ficou furioso com os clientes que haviam pedido os melhores pratos do cardápio, incluindo ostras, trutas e peixe-imperador, acompanhados por vinhos caros. Eles saíram para fumar e fugiram sem pagar a conta.

Mas Leary, que ficou com um prejuízo de 520 dólares australianos (o equivalente a 340 dólares) se lembrou que um dos fregueses havia perguntado sobre uma antiga garçonete da casa. Ele a contactou e a moça sugeriu que verificassem alguns contatos no Facebook.

“Realizamos uma busca por alguns nomes e lá estava a foto dele”, disse Leary, em referência a um dos caloteiros. “A foto mostrava ele com a namorada, a única mulher do grupo. Nós também descobrimos pelo perfil que o rapaz trabalha em um restaurante próximo, o que facilitou as coisas. Era evidente que eles conheciam o negócio”, acrescentou.

Leary contactou o gerente do outro restaurante, onde o rapaz e sua namorada trabalhavam, e explicou a situação. Poucas horas depois, ele apareceu para pedir desculpas e pagar a conta, deixando uma gorjeta generosa para o pessoal.

Leary disse que o dono do restaurante em que o jovem trabalha ligou mais tarde para informar que o rapaz e sua namorada tinham sido demitidos.

“Pelo menos quanto a isso, acho que é possível dizer que estar no Facebook foi prejudicial para eles”, disse Leary, que não tem intenção de tomar outras providências quanto ao caso ou chamar a polícia.

O Facebook, criado em 2004 como site social para alunos da Universidade Harvard, cresceu para 90 milhões de membros este ano, ante 24 milhões pouco mais de um ano atrás, e superou o rival MySpace para se tornar o maior site mundial de redes sociais.

Próxima Página »