BlackBerry chega à 3G. E as operadoras brigam

agosto 30, 2008 por Airton Farias · Deixe um Comentário
Categoria: 3G 

BlackBerry_Bold Seguro, versátil, completo e vistoso, o BlackBerry tem sido o aparelho preferido por profissionais e empresas que precisam se manter em contato com o mundo 24 horas por dia. No Brasil, esses smartphones (celulares que agregam funções típicas de computadores, incluindo gerenciamento de e-mail, edição de textos e navegação na internet, por exemplo) vêm ganhando popularidade. A chegada do Bold, primeiro modelo compatível com a terceira geração dos celulares (3G), tem tudo para ampliar a sua adoção.

O Bold impressiona, de cara, pela sua tela. A própria Research In Motion, empresa canadense que produz os BlackBerry, orgulhosamente a descreve como “a tela mais arrojada já apresentada por um smartphone BlackBerry”. Brilhante e com uma resolução de 480 x 320, ela tem uma nitidez bastante grande.

Além do acesso à rede 3G – que, em Curitiba, já está disponível para os usuários da TIM, da Brasil Telecom e da Claro –, o Blackberry Bold permite conectar-se à rede via wi-fi nos locais onde ela estiver disponível. Para quem tem pacote de dados limitado, essa é uma opção que ajuda a baratear o uso. Os aparelhos vêm ainda com GPS integrado.

A câmera do aparelho é de 2 megapixels, exatamente como a de seu grande concorrente, o iPhone 2.0, que também está prestes a chegar às lojas brasileiras – chegar de forma legal, ressalte-se, porque as versões desbloqueadas irregularmente já estão por aí.

Efervescência

A entrada dos BlackBerries 3G no mercado nacional criou uma certa efervescência entre as operadoras. Afinal, é um produto interressante para elas: é caro, e seu usuário certamente será um heavy user tanto de voz quanto de dados – um cliente lucrativo, em resumo. Além disso, trata-se de uma máquina mais “democrática” do que o iPhone. Devido às restrições impostas pelo fabricante Apple, o iPhone só será vendido por algumas operadoras – no Brasil, estão no páreo a Claro, a Vivo e a TIM. Já o Bold tem na sua lista também a Oi, que não opera no Paraná.

As operadoras se apressaram em divulgar o lançamento. “A TIM foi pioneira ao trazer o BlackBerry para o Brasil, em janeiro de 2005 para o mercado corporativo e, em maio de 2006, para clientes individuais”, alardeou a companhia, em comunicado para a imprensa. “A Claro sempre oferece o que há de mais inovador no mercado de smartphones. O lançamento do BlackBerry Bold aplia o nosso portfólio e permite uma experiência única para nossos clientes, incluindo serviços de terceira geração”, afirmou o diretor de marketing da operadora, Erik Fernandes, também num comunicado.

Os preços do Bold variam de uma operadora para outra, e também conforme o plano escolhido pelo usuário. Na Claro, o aparelho custa R$ 1.349,00 para os clientes que aderirem ao plano Claro Estilo 300 e ao módulo BlackBerry Pessoal. Na Vivo, partem de R$ 699, a partir do plano Vivo Escolha 650. A TIM ainda não definiu preços.

Obituário de Steve Jobs vaza por engano

agosto 29, 2008 por Airton Farias · Deixe um Comentário
Categoria: Pesquisas 

Steve_Jobs_Apple

Steve Jobs morreu!

O serviço de notícias da Bloomberg deu um susto no mercado tecnológico nesta quinta-feira. Uma atualização do obituário de Steve Jobs, presidente e co-fundador da Apple, acabou sendo enviada aos assinantes do serviço. O furo foi para no blog Gawker, que publicou tudo que a Bloomberg tinha na gaveta sobre Jobs.

Não só o famoso pé-na-cova foi enviado, mas o arquivo também traz uma lista de prováveis fontes para o caso de Steve Jobs “faltar”. Entre estes, Steve Wozniak, co-fundador da Apple, o CEO da Oracle Larry Ellison, e o evangelista da Apple Guy Kawasaki.

Um dos feitos de Jobs, segundo o arquivo, é ter “ajudado a fazer dos computadores pessoais tão fáceis de usar quanto telefones, mudou a forma como animações são feitas, convenceu os consumidores a adotarem a música digital e redesenhou o telefone móvel”.

Para o leitor compreender, celebridades de qualquer universo, tecnológico, artístico, político, muitas vezes têm um resumo biográfico pronto nas grandes redações, como fonte de consulta e para agilizar a publicação de informações sobre a vida de pessoas públicas quando necessário.

Alguns textos são mais sérios, outros mais irreverentes, procurando prestar uma homenagem, em muitos casos, ao personagem.

Sobre isso, observa Caroline McCarthy, do CNet, um “obituário de Jobs é provavelmente mais divertido que um de Bill Gates”, por exemplo.

Agora, por qual motivo alguém atualizaria o pé na cova de Steve Jobs? Lembre-se que em junho deste ano, em função da convenção com desenvolvedores da Apple, a magreza do guru da maçã foi notada por muitos, inclusive por investidores, que começaram a especular sobre a possibilidade de a luta contra o câncer no pâncreas, que Jobs venceu anos atrás, estar de volta.

Como bom magnata, Jobs não se manifestou sobre o assunto, e manteve o suspense.

Pouco depois da rateada, a Blomberg publicou uma retratação:

“Um artigo incompleto sobre a Apple Inc. Foi publicado inadvertidamente pela Bloomberg Nres às 16h27min (horário de Nova York) nessa quinta. Nunca foi a intenção publicar o artigo e ele foi retirado do serviço.”

Steve Jobs ressuscitou!

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